17 Julho 2019
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  • Glossário 

    A partir desta página, pode aceder a uma lista de expressões, siglas e abreviaturas constantes deste Portal, ordenadas alfabeticamente, relativas aos setores elétrico e do gás natural.

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P

  • Padrão geral de qualidade de serviço
    Nível mínimo de qualidade de serviço a assegurar pelos operadores de infraestruturas e comercializadores à globalidade dos sistemas ou a conjuntos de instalações com iguais características.
  • Padrão individual de qualidade de serviço
    Nível mínimo de qualidade de serviço a assegurar pelos operadores de infraestruturas e comercializadores a cada um dos clientes.
  • Parâmetros dinâmicos de um grupo
    Características de um grupo gerador que condicionam o seu comportamento em regime dinâmico.
  • Paridade do Poder de Compra (PPC)
    Deflacionadores espaciais e conversores monetários que eliminando os efeitos das diferenças nos níveis dos preços entre países, permitem comparações em volume das componentes do PIB bem como dos níveis dos preços.
  • Perdas
    Diferença entre a energia que entra num sistema elétrico e a energia que sai desse sistema, no mesmo intervalo de tempo.
  • Período de indisponibilidade
    Período em que o funcionamento de uma instalação ou de um equipamento fique total ou parcialmente limitado, abreviadamente designado por indisponibilidade.
  • Período de regulação
    Período para o qual foram antecipadamente definidos valores para um conjunto de parâmetros utilizados no cálculo das tarifas.
  • Perturbação eletromagnética
    Fenómeno eletromagnético suscetível de alterar o funcionamento de um dispositivo, de um aparelho ou de um sistema, ou de afetar desfavoravelmente a matéria.
  • Plano Anual de Indisponibilidades do SEN
    Plano elaborado anualmente para efeitos da coordenação de indisponibilidades, que inclui as indisponibilidades dos grupos geradores dos produtores em regime ordinário, grupos geradores de produtores em regime especial, cuja potência que resulte indisponível seja superior a 10 MVA e elementos de ligação da RNT às redes com as quais está interligada.
  • Plano Anual de Manutenção da RNTIAT
    Plano elaborado anualmente pelo Gestor Técnico Global do SNGN, para o ano gás seguinte, que inclui as indisponibilidades programadas das infraestruturas da RNTIAT, interligações e/ou redes na sua imediata vizinhança, e redes de distribuição.
  • Plano de Desenvolvimento e Investimento da Rede de Distribuição (PDIRD)
    Plano elaborado pelo operador da RND, tendo em atenção as orientações de política energética, os padrões de segurança para planeamento da RND e as demais exigências técnicas e regulamentares, considerando as solicitações de reforço de capacidade de entrega formuladas pelos concessionários das redes em BT, as licenças de produção atribuídas e ponderando outros pedidos de ligação à rede de centros eletroprodutores, promovendo a consulta pública aos agentes de mercado e outras entidades interessadas, tendo em vista a sua participação no processo. O PDIRD é sujeito à apreciação da DGGE, que o submete a parecer da ERSE, e deve identificar os principais desenvolvimentos futuros de expansão da rede.
  • Plano de Desenvolvimento e Investimento da Rede de Transporte (PDIRT)
    Plano elaborado pela entidade concessionária da RNT, tendo em atenção as orientações de política energética, os padrões de segurança para planeamento da RNT e demais exigências técnicas e regulamentares, considerando as solicitações de reforço de capacidade de entrega formuladas pelo operador da RND, as licenças de produção atribuídas e ponderando outros pedidos de ligação à rede de centros eletroprodutores, promovendo a consulta pública aos agentes de mercado e outras entidades interessadas, tendo em vista a sua participação no processo. O PDIRT é sujeito à apreciação da DGGE, que o submete a parecer da ERSE, e deve identificar os principais desenvolvimentos futuros de expansão da rede e os valores previsionais da capacidade de interligação a disponibilizar para fins comerciais.
  • Plano de Desenvolvimento e Investimento da RNTIAT (PDIR)
    Plano elaborado pelos operadores da RNTIAT e da RNDGN, com a periodicidade de três anos, observando, para além de critérios de racionalidade económica, as orientações de política energética, designadamente o que se encontrar definido relativamente à capacidade e tipo das infraestruturas de entrada de gás natural no sistema, as perspetivas de desenvolvimento dos sectores de maior e mais intenso consumo, as conclusões e recomendações contidas nos relatórios de monitorização, os padrões de segurança para planeamento das redes e as exigências técnicas e regulamentares. As propostas de PDIR são submetidas pelos respetivos operadores ao operador da RNTGN e por este à DGGE, que o submete a parecer da ERSE. O PDIR final é elaborado pela DGGE e submetido ao ministro responsável pela área da energia, para aprovação.
  • Plano de deslastre de carga
    Conjunto de medidas destinado a identificar o tipo de deslastre, manual ou automático, objeto do plano e a localização dos dispositivos instalados, indicando os limiares fixados para as grandezas elétricas observadas. Os planos de deslastre de carga devem ser estabelecidos com a colaboração dos operadores das redes com as quais a RNT está interligada.
  • Plano de Indisponibilidades da RNTIAT
    Plano elaborado pelo Gestor Técnico Global do SNGN que incorpora novas indisponibilidades, ou alterações dos períodos de indisponibilidade inicialmente previstos no Plano Anual de Manutenção da RNTIAT.
  • Plano de Indisponibilidades do SEN
    Plano elaborado pelo operador da rede de transporte que incorpora novas indisponibilidades, ou alterações às indisponibilidades programadas inicialmente previstas no Plano Anual de Indisponibilidades.
  • Plano de Promoção de Desempenho Ambiental (PPDA)
    Instrumento de regulação destinado a promover a melhoria do desempenho ambiental das empresas reguladas dos sectores elétrico e do gás natural.
  • Plano de Promoção de Eficiência no Consumo (PPEC)
    O Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de energia elétrica (PPEC) trata-se dum mecanismo competitivo de atribuição de incentivos a medidas que promovam a eficiência no consumo de energia elétrica. A implementação das referidas medidas é efetuada por promotores elegíveis (Comercializadores, Operadores de redes, Agências de Energia, Associações de Consumidores, Associações Empresariais, Instituições de Ensino Superior e Centros de Investigação), sendo a gestão do mecanismo assegurada pela ERSE.
  • Plano de reposição de serviço
    Conjunto de procedimentos que, em situação de incidente total ou parcial da rede, definem o processo de recuperação do normal funcionamento do sistema elétrico ou de gás natural.
  • Planos de segurança
    Conjunto de medidas preventivas necessárias por forma a evitar a ocorrência de incidentes que provoquem a interrupção do serviço aos utilizadores do sistema elétrico.
  • Poder Calorífico Inferior (PCI)
    O poder calorífico inferior é a quantidade de calor liberta pela combustão completa de uma unidade de combustível, admitindo-se que o vapor de água não se encontra condensado.
  • Poder Calorífico Superior (PCS)
    Quantidade de calor produzida na combustão completa, a pressão constante, de uma unidade de massa ou de volume do gás combustível, considerando que os produtos de combustão cedem o seu calor até atingirem a temperatura inicial dos reagentes e que toda a água formada na combustão atinge o estado líquido.
  • Ponto de entrega
    Ponto da rede onde se faz a entrega de eletricidade ou de gás natural à instalação do cliente ou a outra rede.
  • Ponto de ligação
    Ponto da rede onde se faz a entrega ou a receção de energia elétrica à instalação do cliente, produtor ou outra rede, localizado nos terminais, do lado da rede, do órgão de corte, que separa as instalações.
  • Pontos de entrada da rede de transporte de gás natural
    Para efeitos de faturação da tarifa de Uso da Rede de Transporte consideram-se os seguintes pontos de entrada: interligações internacionais, Terminal de receção, armazenamento e regaseificação de GNL e Armazenamento subterrâneo.
  • Pontos de saída da rede de transporte de gás natural
    Para efeitos de faturação da tarifa de Uso da Rede de Transporte consideram-se os seguintes pontos de saída: interligações internacionais, Terminal de receção, armazenamento e regaseificação de GNL, entregas a clientes em alta pressão, entregas às redes de Distribuição e entregas a instalações abastecidas por UAG propriedade de clientes.
  • Portinhola
    Quadro onde finda o ramal, de que faz parte, e que, em regra, contém os aparelhos de proteção geral contra sobreintensidades nas instalações coletivas de edifícios ou entradas ligadas a jusante.
  • Posto de corte
    Instalação de ligação de linhas no mesmo nível de tensão, sem entrega final de energia para consumo e equipado com aparelhagem de corte e seccionamento.
  • Posto de seccionamento
    Instalação destinada a operar o seccionamento de linhas elétricas.
  • Posto de transformação (PT)
    Instalação destinada à transformação da corrente elétrica por um ou mais transformadores estáticos, quando a corrente secundária de todos os transformadores for utilizada diretamente nos recetores, podendo incluir condensadores para compensação do fator de potência.
  • Posto ou período horário
    Intervalo de tempo no qual a energia elétrica é faturada ao mesmo preço.
  • Potência aparente
    Num sistema monofásico, corresponde ao produto dos valores eficazes da tensão e da corrente. Num sistema trifásico, corresponde à soma do produto dos valores eficazes da tensão e da corrente em cada fase.
  • Potência aparente nominal
    Grandeza relacionada com o dimensionamento de um equipamento ou linha, que define implicitamente a corrente máxima admissível.
  • Potência ativa
    Potência elétrica suscetível de ser transformada em potência útil. Corresponde ao valor médio, num determinado período, da potência elétrica instantânea. Num sistema monofásico em regime sinusoidal, é dada pelo produto dos valores eficazes da tensão e da corrente e do fator de potência. Num sistema trifásico em regime sinusoidal, é dada pela soma das potências ativas das três fases, ou, se o sistema for equilibrado, pelo produto da potência aparente pelo fator de potência.
  • Potência contratada
    Potência que o distribuidor vinculado coloca, em termos contratuais, à disposição do cliente.
  • Potência de curto-circuito trifásica simétrica
    Potência representativa da capacidade da rede a montante para suportar os efeitos introduzidos pela ligação de novas instalações produtoras ou consumidoras.
  • Potência de referência
    Potência máxima que o distribuidor tem que fornecer sem poder exigir comparticipações no reforço da rede, para efeitos de ligação à rede.
  • Potência em horas de ponta
    Potência ativa média em horas de ponta durante o intervalo de tempo a que a fatura respeita.
  • Potência emitida
    Potência ativa de produção, deduzida dos consumos auxiliares da central, da potência relativa às perdas nos transformadores principais e, no caso de centrais hidroelétricas, do consumo do funcionamento em modo bombagem.
  • Potência instalada num ponto de entrega em MAT, AT e MT
    Somatório das potências nominais dos transformadores ligados ao ponto de entrega em MAT, AT ou MT.
  • Potência instantânea
    Variação da energia de um sistema num intervalo de tempo infinitesimal. No caso de um circuito elétrico, a potência é dada pelo produto dos valores instantâneos da tensão e da corrente nos seus terminais de entrada.
  • Potência média
    Quociente entre a energia elétrica medida num determinado intervalo de tempo e a duração desse intervalo.
  • Potência nominal
    Potência máxima em regime contínuo para a qual um equipamento ou instalação foram projetados, em condições especificadas.
  • Potência reativa
    Num circuito monofásico em regime sinusoidal, corresponde ao valor máximo da componente oscilante da potência instantânea com valor médio nulo e a frequência dupla da rede. É dada pelo produto dos valores eficazes da tensão e da corrente e do sen j. Num sistema trifásico equilibrado em regime sinusoidal, a potência reativa é um valor igual à soma das potências reativas nas três fases, ou ao produto da potência aparente pelo sen j.
  • Potência requisitada para uma ligação à rede
    Potência para a qual a ligação deve ser construída e a rede a montante deve ter capacidade de alimentar.
  • Preço de encontro
    Preço máximo de venda inferior ou igual ao preço mínimo de compra, para a quantidade máxima de energia transacionável, resultante do encontro de ofertas.
  • Produção distribuída
    Produção de eletricidade oriunda de centros electroprodutores ligados à rede de distribuição.
  • Produção para autoconsumo

    Produção de eletricidade destinada ao consumo próprio (autoconsumo) na instalação de utilização.

  • Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIBpm)
    O produto interno bruto a preços de mercado representa o resultado final da atividade de produção das unidades produtivas residentes.
  • Produtor de gás
    Entidade que nos termos e condições constantes das disposições legais e regulamentares aplicáveis injeta gás nas redes de gás natural .
  • Produtor em regime especial (PRE)
    Entidade titular de licença de produção de energia elétrica a partir de fontes de energia renovável, resíduos, cogeração ou produção em BT, atribuída nos termos de legislação específica.
  • Produtor em regime ordinário (PRO)
    Entidades titulares de licença de produção de energia elétrica, atribuída nos termos definidos no Decreto-Lei n.º 29/2006, de 15 de Fevereiro e no Decreto-Lei n.º 172/2006, de 23 de Agosto.
  • Produtor sujeito a despacho centralizado
    Produtor que reúne condições técnicas e legais para que possa ser submetido às instruções de Gestor de Sistema.
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